O livro que descobre um leitor
Estou lendo "a menina que roubava livros", do jovem escritor austriaco Markus Zusak, que nos apresenta, de forma leve, um outro lado da Alemanha Nazista, como ele mesmo diz em entrevista com o The Sydney Morning Herald.
"Nós temos essas imagens das marchas em fila de garotos e dos 'Heil Hitlers' e essa ideia de que todos na Alemanha estavam nisso juntos. Mas ainda haviam crianças rebeldes e pessoas que não seguiam as regras e pessoas que esconderam judeus e outras pessoas em suas casas. Então eis outro lado da Alemanha Nazista".
Vale a pena conhecer Liesel Meminger e seus amigos.
Por conta desse livro, fiquei sabendo do gosto pela leitura do senhor Everaldo, um eletricista que chamei para instalar um ventilador de teto. Ele fez um comentário sobre o título do livro e de como gostava de ler. Conversa vai, conversa vem, fiquei sabendo que ele estava lendo um manual de educação fisica, pela impossibilidade de adquirir outro título.
A insustentavel leveza do ser- Milan Kundera - deve ter se sentido homenageado ao sair de uma estante e passar às mãos do Sr. Everaldo.
Que ele possa se entreter com essa "grande crônica acerca da frágil natureza do destino, do amor e da liberdade humana, que mostra como uma vida é sempre um rascunho de si mesma, como nunca é vivida por inteiro, como o amor pode ser frágil e como é impossível de repetir-se".
Que ele possa se entreter com essa "grande crônica acerca da frágil natureza do destino, do amor e da liberdade humana, que mostra como uma vida é sempre um rascunho de si mesma, como nunca é vivida por inteiro, como o amor pode ser frágil e como é impossível de repetir-se".
Boa leitura caro Everaldo

Amiga, seu blog está lindo.
ResponderExcluirEssa é mais uma das diversas histórias que deverão constar no seu livro, sobre sua vocação de "encantadora de baleias".
Eu sou mais uma "baleia" encantada por você.
bjos
Bibi